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10/07/2007 09:44
Santidade
Pr Dinelcir tocou em um ponto interesante e pertinente.
Vou partir de um texto do AT que encontra eco no NT "sede santos, porque eu sou santo".
Pelo menos em um momento em nossas vidas com Cristo, fomos acusados por membros de igrejas radicais de sermos, nós batistas, execessivamente liberais. A questão é: o que isso quer dizer? Aos olhos pentecostais quer dizer que somos crentes de qualquer jeito, ou, como alguns já ouviram pastores pregarem, quase crentes. Aos olhos do mundo quer dizer que somos muito parecidos com ele, mundo, e que na hora em que precisar discutir ecumenismo, passa lá e chama os batistas, porque os luteranos já embarcaram...
Acho que entendi a frase do Pr Dinelcir e não há como não concordar com ele. Um de meus pastores costumava brincar dizendo que os dois demônios que mais agem em uma IB são o "que é que tem?" e o "nada a ver!". Não são a nossa cara? Lógico, se tratava de uma brincadeira...
Alguém dirá que estou querendo ser excessivamente tradicional e fundamentalista. Mas não é verdade. Tenho 34 anos, pratico esportes quase todos os dias, ando de bermuda e camiseta e amo um culto dinâmico. Posso ser qualquer coisa, menos tradicional. Mas não me desce o esôfago essa mania de querer imitar o mundo. "Arraial do povo de Deus", festa de Dia dos Namorados, noiva jogando o buquê depois do casamento, num ato supersticioso...a lista é grande. Tudo herança de culturas pagãs e claramente anti-cristãs.
Minha humilde opinião é que aproxima-se uma hora em que nós devemos nos dar um choque de santidade. E isso não quer dizer cara fechada, culto parecendo um funeral, vida monástica ou roupas que parecem saídas de uma comédia medieval. Não. Estou falando é em o mundo olhar para nós e ter certeza de que não pode contar conosco para manter ou subsidiar suas tradições equivocadas.
Que Deus nos abençoe
Missionário Neto Curvina
enviada por Neto.Shalom
14/06/2007 09:07
Crescimento ?
A discussão continua.
Virou até tema de enquete de jornal televisivo. Os evangélicos superarão os católicos no Brasil?
Bem, segundo dados confiáveis, a questão não é saber se superarão, mas quando. Hoje, de 184 milhões de brasileiros, somos mais de 37 milhões de evangélicos. Um número respeitável. Há estados da federação onde, a cada três pessoas, uma é evangélica. Curiosamente, assim como acontece nos países de maioria protestante, são estados dos quais quase nunca ouvimos falar. Quando foi a última vez que se viu uma catástrofe no Amazonas? A mesma pergunta vale para a Noruega...
O que realmente preocupa é a completa falta de identidade desse cristianismo. Enquanto o judaísmo manteve sua unidade doutrinária e o catolicismo romano também, na base da tortura, o cristianismo evangélico parece um mosaico, só que de pedras díspares. Coloque um batista ao lado de um presbiteriano junto a um assembleiano e pergunte a eles sobre salvação. Não dirão a mesma coisa. Pra não falar nos adventistas. Todo judeu que é judeu acende as velas do castiçal na tarde de sexta, visita hospitais e lê a Torá com muita reverência. Não crê na trindade e ainda espera o Messias, seja ele judeu russo ou australiano. Todo católico que é católico acredita em purgatório, respeita a missa de sétimo dia e nem pense em falar de Maria perto dele, é briga na certa.
E os protestantes?
Discutem de tudo, desde finanças até a ordem de culto. De roupas à manifestações de Deus. Não se entendem nunca. Se se entendessem, provavelmente metade do Brasil já havia aceitado Jesus. É extremamente incômodo ver como usam a mesma Bíblia para pregar coisas tão distintas. A impressão que se tem é que pregam um Deus diferente um do outro.
Mas ainda assim crescemos.
A questão é que uma hora algo acontecerá, fruto desse desentendimento, desse desencontro. O que é não há como saber, mas que vai ter, ah vai, pode esperar.
O ponto é: você acha que crescimento de qualquer jeito é válido? é interessante para o reino de Deus, milhares de pessoas professando a fé cristã, completamente alheias às verdades do evangelho, sendo sujeitas a venda de água do jordão, quebra de maldições hereditárias e culto aos anjos?
O que vc pensa a respeito?
Que Deus abençoe a todos.
enviada por Neto.Shalom
13/06/2007 10:44
Prosperidade
O que é prosperidade?
Nos dias atuais uma ferrenha discussão toma conta do meio evangélico, acerca da pregação de um evangelho que promete uma vida regalada, casas confortáveis, carros do ano e outras "coisitas" mais. Curiosamente, esta posição tem servido de alvo da igreja católica, que se aproveita da pendenga par atacar os púlpitos evangélicos de uma forma genérica, acusando-os de falsas promessas. Mas, pergunto outra vez - o que é prosperidade?
Um texto bíblico parece resumir a questão: Provérbios 10:22 "A bênção do Senhor enriquece, e não acrescenta dores". Pois bem, se acrescenta dores, não é bênção do Senhor. É como alguém que pede um carro a Deus, mas não tem carteira de motorista ou não tem onde guardar o carro. Este automóvel, portanto, não será uma bênção, e sim uma dor de cabeça.
Muitos pastores, é verdade, têm trabalhado para enriquecer. Cobram valores abusivos para pregarem a Palavra, coisa acima de 5, 10 mil reais, fora passagens e hospedagem de primeira classe, o que impossibilita uma igreja humilde de recebê-los. Parecem artistas do showbussines. Mas será que a culpa é só deles? Não, não é. Se os crentes ingênuos deixassem de se submeter a suas exigências e dessem um basta nesta exploração duas coisas poderiam acontecer: ou eles baixariam os preços ou mudariam para um emprego mais lucrativo.
Deus quer que eu seja próspero? Não sei. Ele sabe.
As vezes alguns homens não convivem bem como poder. Lembram do espinho na carne de Paulo? Pois é, para muitos prosperidade seria desvio de rota na certa. Deus então, em sua onisciência decide deixá-los como estão. Melhor para eles. Deus sempre sabe o que é melhor para nós.
Imoral é associar dificuldade financeira com pecado ou falta de comunhão com Deus. Imoral e covarde. Vejamos o texto em Eclesiastes 7:14 "No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da adversidade considera: Deus fez este em oposição àquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele."
Quem prega que a vida do crente é só prosperidade, rasga o versículo acima, e olha que o escreveu foi o homem mais próspero da história da humanidade.
Prosperidade real, aos olhos de Deus, é uma vida sem necessidades. E isso depende de como você encara a vida. Veja o que diz Paulo em Filipenses 4:12 "Sei passar necessidade, e também ser ter abundância. Em toda maneira, e em todas as coisas aprendi tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundãncia, como a padecer necessidade." Este homem não vivia em pecado e ninguém pode questionar sua intimidade com Deus.
Deus é onipotente. Ele sabe, repito, o que é melhor para nós.
Cuidado quando o seu líder começar a dizer que Deus "tem" que te dar o melhor deste mundo, porque ele é o Deus do ouro e da prata. A história não é bem assim. Deus não "tem" que dar nada a ninguém. Ele é Deus. E faz o que quer, como quer, quando quer e a quem quer.
enviada por Neto.Shalom
05/06/2007 09:19
A Igreja de Cristo e a Igreja de Roma
A Igreja de Cristo e a Igreja de Roma.
A qualquer igreja que advoga para si o direito de superioridade sobre as demais é necessário, sobretudo que use de transparência em suas assertivas. É fato notório e amplamente divulgado que a Igreja Católica Apostólica Romana afirma a quem interessar possa que é a legítima igreja deixada por Jesus Cristo na terra para cumprir seus desígnios e, portanto, com autoridade indiscutível em questões de doutrina. É fato também que, em conseqüência desta afirmação, pleiteia para seu líder, o Papa que reside no Vaticano, autoridade sobre todos os cristãos da terra, ou pelo menos os que se dizem nesta condição.
Posto isso, é necessário que se observe o contexto histórico-religioso que cerca tão insofismável instituição antes que se aceite-a como herdeira do ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, como tal, palavra final em cristianismo.
1. A Igreja Católica Apostólica Romana fundou o cristianismo?
Parece uma pergunta óbvia, até infantil. Mas para que se chegue à fase adulta precisa-se passar pela infância. A resposta clara é não. Cristo inaugurou o cristianismo, e por isso tem esse nome, e a igreja deu os primeiros passos unida e com propósitos definidos (como a pregação do evangelho e as obras sociais, por exemplo) a partir do Dia de Pentecostes, em Jerusalém. Desse dia em diante passa a existir a igreja cristã propriamente dita. É fato histórico.
2. Quem foram os primeiros líderes desta igreja?
O que realmente define um líder não é exatamente sua capacidade atrair para si as atenções ou mesmo seus atos desprendidos de bravura e heroísmo. Missionários, evangelistas, profetas e doutores eclesiásticos nem sempre são líderes. O fato de serem formadores de opinião ou de influenciarem um sem-número de pessoas também não os torna líderes no sentido prático da palavra. E neste sentido o primeiro nome a se destacar é, sem dúvida, o de Tiago. Podemos aceitá-lo como o primeiro líder da igreja cristã por um raciocínio até simples: enquanto outros apóstolos corriam o mundo anunciando o evangelho, ele permaneceu em Jerusalém pastoreando aquela igreja local. Sua autoridade era tão visível, que no primeiro Concílio realizado, tiveram que ouvi-lo cuidadosamente. É fato. Não só histórico como bíblico.
Além de Tiago era natural que outros apóstolos, até por sua convivência com o próprio Cristo, fossem naturalmente aceitos como lideranças naturais. Curiosamente, a maior autoridade apostólica fora de Jerusalém não teve uma convivência diária com Jesus, embora seja indiscutível seu chamado sobrenatural da parte do Messias. Seu nome: Paulo de Tarso. Uma observação criteriosa da vida de Paulo mostrará que ele não foi chamado para ser líder (pastor, presbítero ou bispo), mas sim apóstolo (em grego enviado). O primeiro e talvez o maior missionário de todos os tempos. Sua conversão e testemunho pessoal o avalizava para ser ouvido em qualquer instância. Ele foi a grande voz fora de Jerusalém, a ponto de repreender o próprio Pedro. Fundou igrejas e permaneceu com algumas delas por períodos distintos, em média três anos, como no caso da igreja de Corinto. Foi sem dúvidas e, com todo respeito aos demais apóstolos que trabalharam fora de Jerusalém, o grande mentor intelectual do formato cristão que temos hoje. Isso, claro, sob orientação do Espírito Santo. Suas cartas são a doutrina na igreja mais do que quaisquer outras. Embora todas tenham o mesmo peso espiritual.
É óbvio que após a morte de Tiago e Paulo, e por que não dos outros apóstolos, a maioria vítimas de Roma, que hoje os adora, era necessário e esperado que outros líderes surgissem.
3. Depois dos apóstolos foi que surgiram os líderes católicos?
Do ponto de vista etimológico, sim, já que o nome quer dizer universal. Do ponto de vista da instituição organizada propriamente dita, não, simplesmente pelo fato de que a Igreja Católica Apostólica Romana ainda não existia. O que de fato existia era o Império Romano, futura casa desta mesma igreja e responsável por todos os tipos de atrocidades cometidas com os cristãos, ou seja, aqueles que sucederam Tiago, Pedro, Paulo, João e os outros. Estamos saindo do século I e entrando no século II.
4. Então como as igrejas eram organizadas nesta época?
De uma forma bem simples, em casas. A Bíblia comprova isso. É claro e aceitável que as regiões tinham lideranças espirituais, algo humanamente necessário e compreensível em qualquer organismo ou instituição organizada. Essas lideranças, contudo, eram, como já falamos, espirituais, doutrinárias, não políticas e militares como se tornaram nos dias de hoje. Mais, não requisitavam para si infalibilidade ou poder ilimitado, ao contrário, o próprio Paulo admitia sua condição de pecador, assim como João o fez e também Pedro, quando exortado pelo próprio Paulo, por apresentar um comportamento dúbio em relação aos gentios. Não havia templos suntuosos nem uma hierarquia complexa: diáconos, pastores ou presbíteros e bispos formavam a organização.
As lideranças da Igreja de Cristo eram locais. Em Jerusalém estava Tiago. Em Antioquia a igreja ouvia Pedro Evódio e Inácio. Em Alexandria, Marcos, e assim por diante. Nenhum deles requisitou autoridade sobre os outros e, provavelmente se lhe fosse entregue, eles não aceitariam. Em 138 d.C. o Bispo de Roma, Telésforo, foi martirizado pelo Imperador Adriano. Este nobre homem liderou aquela igreja local por mais de 10 anos e nunca se chamou ou quis ser Papa. O Bispo de Roma executado pelo Império Romano. Até aí nada de mais. Afinal Roma nunca se deu bem com o cristianismo. É fato histórico que o crescimento da mensagem cristã é apontada até hoje como uma das causas da queda do Império Romano, junto com as invasões bárbaras, facilitadas pelo enfraquecimento das milícias, acomodadas. É aceitável, porque os cristãos eram contra a escravidão, não adoravam os deuses pagãos de Roma nem prestavam culto ao Imperador, além de se recusarem a participarem de guerras. Estamos saindo século II, entrando no III e nada de catolicismo romano ou papas. Falemos de Justino, que coloca-se nesse meio tempo. Este nobre cristão nasceu em Siquém (Israel) e fundou uma escola em Roma. Foi seu contemporâneo Orígenes de Alexandria (184-254), cujo pai fora martirizado em 202. Em 203 foi colocado a frente da escola catequética de Alexandria pelo Bispo Demétrio. É uma grande inverdade, conforme afirmado pelo professor Alessandro lima do site veritatis, tentando dar embasamento histórico à falácia católica que as primeiras escolas bíblicas foram católicas e citar Orígenes e Justino. Ora, estes homens, além de nunca terem visto um papa na vida, não poderiam ser incluídos nas fileiras apostólicas romanas, já que foram mortos pelo próprio Império. Quanta contradição.
5. Mas onde entra a Igreja de Roma nesta história toda?
Há um ditado antigo que diz que se você não pode com o inimigo, junte-se a ele. Roma como bispado já a muito era centro de disputas políticas, que nada tinham a ver com questões teológicas, tanto que em 217 Hipólito proclama-se Bispo de Roma e acusa o outro Bispo, Calixto, de conivência com heresias. Historicamente falando sabe-se que a extensão acentuada do Império Romano dificultava em muito sua administração, basta ver os problemas que aconteciam na Judéia e em pontos isolados como Cartago, posteriormente extirpada do mapa. Com o encolhimento progressivo das fronteiras, é fácil de entender que a influência político-administrativa fosse concentrando-se na Capital do Império, como um dia foi Atenas e como um dia viria a ser Londres ou Washington. É um movimento natural normalmente desprezado por apologistas católicos quando em suas prédicas. Assim como foi natural que o cargo de Bispo de Roma fosse aos poucos tornando-se algo além das fronteiras espirituais e teológicas do cristianismo, caminhando gradativamente para o poderio político, militar e econômico. Um desvio irreversível da mensagem e doutrina cristã. A questão é que para convencer leigos acerca de doutrinas é uma coisa. Convencer líderes cristãos de outras instâncias é mais complicado. Precisava-se de um argumento de certa forma bem convincente para se assumir de vez o poder de forma unificada. Pareceu que ser o legítimo sucessor do primeiro Bispo de Roma ordenando para o ministério pelo próprio Cristo seria uma boa saída. O escolhido foi Pedro, e por motivos óbvios. Algumas passagens ou mal traduzidas ou propositalmente mal interpretadas das Escrituras pareciam conferir a este apóstolo prerrogativas especiais. Prerrogativas essas que o mesmo Pedro recusou abertamente e legitimamente em suas cartas, que, aliás, nunca são citadas pelos apologistas católicos em suas prédicas. Não é de estranhar que no futuro alguns dos pais da igreja vissem as Cartas de Pedro e a Epístola aos Hebreus com ares de desconfiança. As primeiras davam conta de que a verdadeira Pedra do cristianismo era Jesus e não Pedro. E a segunda era para eles excessivamente espiritual e lançava críticas sobre o sacerdócio humano. Dois pontos de vista que iam de encontro às pretensões papistas. O problema (ou melhor, a estratégia) da apologia romana é concentrar-se obsessivamente em dados extrabíblicos para expor seu ponto de vista em questões que dizem respeito às falhas da igreja.
Foi entre os anos de 218 e 223 que começou a circular a idéia de que Pedro havia sido não só Bispo de Roma, mas também teria sido martirizado naquele lugar. A Enciclopédia Católica, ao referir-se a Pedro dá conta do surgimento de uma tradição sobre o assunto. Os romanos, no entanto deveriam ter sido mais cuidadosos na escolha das datas, pois esta mesma tradição afirma que o apóstolo foi Bispo de Roma entre 42 e 67, ou seja, 25 anos. Entre 55 e 62 Paulo ao escrever aos romanos manda saudações para mais de 20 pessoas. Pedro não se inclui entre elas. Teriam brigado e estavam sem se falar? Os apologistas católicos com certeza terão uma explicação convincente para tal acontecimento. Além da falta de prova bíblica, falta a prova histórica e arqueológica de que Pedro realmente esteve em Roma e dirigiu a igreja daquele lugar. Ainda que verdadeiramente seus ossos fossem encontrados naquele lugar, de forma alguma isso seria argumento decisivo. José morreu no Egito, mas pediu que seus ossos fossem retirados de lá. Portanto se hoje fossem encontrados em Roma não fariam dele o primeiro administrador do lugar. É um argumento que à luz da razão deve ser ignorado. E crer em tradições? Também parece um tanto precipitado para que se estabeleça ou se aceite um líder espiritual como infalível a partir do fato de que ele supostamente seria o legítimo sucessor (de uma sucessão apostólica facilmente discutível) de uma autoridade que na verdade não existiu, e tudo tendo como pano de fundo não o poder espiritual, mas o econômico, político e militar. Mesmo assim, até esse período o mundo ainda permanece livre da instituição católico-romana. O que se tem são essas tentativas de golpe no seio do cristianismo.
6. Onde entram os Papas nesta história?
Como se viu, os primeiros líderes cristãos jamais requisitaram para si autoridade infalível ou prerrogativas que os colocassem em pé de igualdade com Cristo, ou algo parecido. Paulo apresentava-se como o menor dos apóstolos e o maior dos pecadores, disposto a trabalhar com as próprias mãos para não trazer prejuízos à pregação do evangelho nem aos irmãos. Seria Paulo nos dias de hoje um Papa como vemos na TV?
Duas situações históricas convergiram a favor do Bispo de Roma: a aceitação do cristianismo como religião estatal (por causa do ditado que vimos no começo desta resposta) e a natural influência, não religiosa, mas política e militar especificamente da cidade de Roma sobre o resto do ocidente. Sim, porque o Oriente apesar de reconhecer o Papa como líder religioso, não o reconhece como seu líder. Em 312 acontece o golpe que mudaria o destino do cristianismo, que até então sustentava-se na legítima separação Estado-Igreja: A conversão de Constantino. Mais uma vez lançando mão da Enciclopédia Católica vemos que: Mesmo depois de sua conversão, ele mandou executar seu cunhado Licínio, e o filho dele, como também Crispo, seu próprio filho do primeiro casamento, e sua esposa Fausta [...] Após ler estas crueldades é difícil acreditar que o mesmo imperador pudesse às vezes ter impulsos calmos e ternos; mas a natureza humana é cheia de contradições. [...] Alguns bispos, cegos pelo esplendor da corte, foram muito longe até a ponto de louvarem o imperador como um anjo de Deus, como um ser sagrado, e profetizaram que ele reinaria, semelhante ao Filho de Deus, nos céus.
Pronto. Era o passo inicial. O Imperador Romano abraça o cristianismo. Quem é o Bispo privilegiado da vez? Jerusalém? Antioquia?Não. A resposta é óbvia. Não podendo destruir os cristãos, o Império uniu-se a ele. Sabe o que aconteceu no mesmo ano: passou-se a adorar os santos. Esqueceram o que Jesus havia dito para satanás no deserto: Só a Deus adorarás. Que coincidência. Na fundação de Constantinopla o cristão Constantino manda fazer moedas com a imagem da cruz de Cristo em uma face e na outras representações dos deuses Marte (guerra) e Apolo (sol). Isso já em 330. E nada de um Papa oficial mandando no cristianismo. Na verdade o assunto deveria sair da esfera da tradição e ser oficializado. Há um documento chamado Decreto Gelasiano, onde se vê uma forte argumentação a favor da teoria de Pedro-Papa. Tem só dois problemas: Carlos Martins Nabeto, apologista católico, ao traduzi-lo, o introduz afirmando que não se sabe na verdade qual é a sua autoria, se o Papa Damaso ou o papa Gelásio, portanto quem garante sua autenticidade? E pior, este documenta afirma que Paulo foi morto junto com Pedro, na mesma hora, na mesma data (Art. III, § 3), o que deveria lhe conferir um lugar especial entre os documentos mais equivocados da história. Mas enfim, precisavam de algum subsídio para justificar a posição de destaque do Bispo de Roma, para tornar-lhe aquilo que o mundo veio a conhecer como Papa. Documentos falsos ou de origem duvidosas são comuns no meio romano, basta fazer uma pesquisa sobre a célebre Doação de Constantino. Isso pode ser discutido e refutado de forma legítima? Acho difícil.
E mais uma vez outra inverdade histórica pregada pelos apologistas católicos do site veritatis: O Bispo de Roma sempre foi o chefe de TODA A IGREJA, seja no Ocidente como no Oriente (Alessandro Lima). É mesmo? Sempre? Desde quando? Esqueceram de dizer isso ao Patriarcado Oriental até hoje...
Pois bem, os desmandos começaram em 378, quando Bispo de Roma, Dâmaso, foi eleito Pontifex Maximus. Como Bispo da cidade mais importante era natural que também quisesse ser aceito como o Bispo mais importante do cristianismo. Foi ele quem determinou a Jerônimo a produção da Vulgata, fazendo o brilhante erudito incluir nela os apócrifos contra sua vontade, mas não o impedindo de fazer ressalvas, o que é facilmente comprovado em documentos sérios a respeito do assunto. Começava a cristalizar-se o modo católico de agir: ainda errado, permanece errado, mas não muda (palavras do Sr. Rafael Vitola, apologista do veritatis, em resposta a um de meus e-mails). E ele pelo menos falou a verdade. O papado começa a ganhar contornos definidos, não com o apoio dos cristãos, mas com o apoio do Império Romano, que um dia queimou pessoas por professarem a fé cristã. Colocaram a raposa para vigiar o galinheiro. Só que nesse galinheiro não tinha só galinha...
No ano 400, três heresias entram na igreja: Maria passa a ser considerada mãe de Deus, adota-se a oração aos mortos (lembram dos apócrifos?) e uma superstição vazia e sem fundamentos: o sinal da cruz. Tudo sob a batuta do Bispo de Roma. 31 anos depois o Concílio de Nicéia oficializa a heresia: Maria deveria ser adorada. É interessante tentar entender que mesmo com seus Concílios anteriores, seus professores, pais da igreja, exegetas, doutores, o catolicismo levou mais de três séculos para concluir que Maria deveria ser adorada. Quanto tempo, não? E depois disso mais 20 para conceber a doutrina de sua virgindade perpétua. Esqueceram dela nesse período, ou concluíram que seria bom para a igreja que essas doutrinas fossem incorporadas? Em 593 veio o purgatório. Mas em 600 vem o golpe final: Gregório, o grande, torna-se o 1º Papa oficialmente eleito. E então começou a desgraça do cristianismo. Se Pedro pudesse ver o que aconteceu depois. Existe um livro maravilhoso de autoria de Jeová Mendes intitulado 30 Papas que Envergonharam a História da Humanidade (Edições Livro Técnico), que tive a oportunidade de ler, que mostra só a ponta do iceberg. Nenhuma instituição ou império histórico foi maior palco de depravações, orgias, execuções, prostituição e fraude como o Vaticano. Até uma mulher em condição de papa deu à luz no meio do pontificado. O golpe mais pusilânime veio do Concílio Vaticano I, em 1870, quando foi apresentado o dogma da infalibilidade papal. Vamos conjecturar. Infalível é o que não falha. O que não falha, por conseguinte não erra. Se não é erra, não tem erro, portanto é perfeito. Se é perfeito, não peca. E não é o que muitos católicos ousam afirmar (O papa não tem pecado). É fácil se ouvir isso da boca de alguns deles.
E então surpreende o fato de que os apologistas católicos, tão apegados a livros de história (até mais do que a Bíblia), não dão nunca explicações a respeito de certas coisas. Em alguns debates que mantive com alguns deles, nunca, em momento algum, obtive resposta sobre assuntos como liberdade de culto, a catequese sanguinária da América Latina, o envolvimento do Vaticano com o nazismo, uma aliança que afinal hoje se estreitou, a origem das rendas do Vaticano, o verdadeiro líder dos Jesuítas e até onde vai sua autoridade em relação ao papa, e outros. Sabe o que os preletores católicos fazem? Evadem-se e retornam com uma extensa bibliografia com a intenção de convencer seu interlocutor de este na verdade é um mal intencionado. Mas as perguntas continuam sem respostas. O Sr. Alessandro chama isso de metralhadora giratória. Eu chamo de falta de argumentos. Livros sei onde comprar.
7. Quer dizer que o papa não erra?
Bem, é o que os apologistas católicos defendem. E seus jogos dialéticos dizem não ser bem essa a história. Na verdade ele não erra em assuntos de religião ou doutrina, ou mesmo quando se dirige à Igreja Católica para definir o que é certo ou errado. Nestes casos é infalível. Muito bem. Independente de qual instância se julgue a questão. Precisamos proceder de duas formas: a primeira, rasguemos os livros de história. Sim, porque é do conhecimento dos teólogos que em diversas ocasiões houve discordância entre decisões tomadas por papas distintos em épocas idem. Isso é facilmente comprovado. Se são infalíveis em assuntos de doutrina cristã, como poderiam discordar de algo entre si? Dois infalíveis desfazendo as doutrinas um do outro. Há alguma razoabilidade nisto? Aqui não entra o argumento falacioso de diferentes realidades, culturas, situações, momentos históricos, ou seja lá o que for. Quando Paulo, séculos e mais séculos atrás afirma que TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus, esta verdade vai perdurar até a volta de Cristo, não carecendo de emendas, rasuras ou anexos. Isso é infalibilidade. Em segundo lugar rasguemos a própria Bíblia. Se ela diz todos pecaram, fico com ela. A lógica argumenta que o pecado trás a morte. Logo o que não tem pecado não pode morrer. O caso de Jesus. Qual foi o papa que ressuscitou ao terceiro dia? Além disso, Paulo diz em I Coríntios 4:6 Ora, irmãos, apliquei estas coisas figuradamente a mim e a Apolo, por amor de vós, PARA QUE EM NÓS APRENDAIS A NÃO IR ALÉM DO QUE ESTÁ ESCRITO, não vos ensoberbecendo a favor de um contra o outro. É verdade. Não devemos ir além do que está escrito. Tradição oral só foi válida enquanto o não havia o que ser lido. Observe que o próprio Cristo não lança mão de tradições orais. Ele insistentemente repete a frase está escrito ao longo de seu ministério. Por que deveriam os verdadeiros cristãos proceder de forma diferente.
7. E então quem está certo?
Jesus está certo. E mais ninguém.
Ele concedeu a uma igreja a importante missão de levar sua palavra a toda criatura. Não transformar-se em um império político e econômico, com alguns dos depoimentos pessoais mais assombrosos acerca da ostentação, luxo, riqueza e opulência já vistos na história da humanidade. Infelizmente ramos do protestantismo também já enveredaram por esse caminho sombrio da suntuosidade. Mas alguns permanecem na simplicidade dos primeiros dias. São poucos, mas ainda existem.
Jesus não inventou uma interminável lista de dogmas que sem dúvida no primeiro século do cristianismo seriam impensáveis, como o purgatório, a adoração a imagens, a Maria e às relíquias. O terço, o rosário, a missa de sétimo dia. Heresias assim seriam facilmente ignoradas pela primeira geração de crentes. São mais improváveis do que as fábulas judaicas citadas por Paulo.
Jesus jamais aceitaria toda a pompa, o requinte e o aparato de segurança tal qual se vê hoje. Homens como Charles Spurgeon e Martin Luther King, verdadeiros pregadores da Palavra de Deus, procederam da mesma forma. Nada de janelas blindadas. Se são tão íntimos de Deus, porque não entregam sua segurança em suas mãos? Será que não confiam nele?
Jesus jamais mutilaria a Palavra de Deus. A Bíblia que ele usava tinha apenas os 39 Livros que as Bíblias legítimas têm hoje, obviamente ordenados e organizados de uma forma diferente, mas sem acréscimos. Sem lendas acerca de órgãos de peixes expulsando demônios e outras crendices. Talvez seja isso que os apologistas católicos chamam de conhecimento abalizado, já que adoram mandar as pessoas estudarem. Difícil é entender como homens que passam horas a fio debruçados sobre livros por cinco, seis, dez, vinte anos, conseguem olhar para um pedaço de gesso em forma humana e falar com aquilo como se fosse vivo. O Sr. Alessandro usou um termo simpático ao dizer que o protestantismo vive suas verdades a la carte. Não chamou os protestantes de ignorantes porque é um homem educado. Pediu que eu lesse um arsenal de livros onde nunca inclui a Bíblia. Infelizmente seus livros só dizem o que ele quer ver. A Bíblia não. Ela diz o que Deus quer que seja visto.
Enfim, o que hoje chamam de a verdadeira igreja de Cristo na verdade a muito, muito tempo, vem se desvirtuando do que um dia foi o cristianismo. E a figura do papa é e sempre será fundamental para que esse processo continue.
O site apologético católico lepanto, comete a seguinte pérola: Jesus Cristo fundou uma igreja hierárquica, conferindo aos Apóstolos e aos Bispos, seus sucessores, os poderes de ensinar, de santificar e de governar. Uma assertiva que nos deixa sem forças para tecer um comentário civilizado. Jesus deixou uma igreja hierárquica? Interessante é que em início de caminhada com Cristo, os apóstolos cometerem esse mesmo equívoco, sendo repreendidos pelo próprio Cristo. Observe a passagem em Lucas 9. João reclama a Jesus por que viu juntamente com os apóstolos, alguém que expulsava demônios em nome de Jesus, mas eles o proibiram, por que, segundo palavras do próprio apóstolo, eles não seguiam a Cristo junto com eles. João ainda tinha a mentalidade católica de hoje: se não nos segue, está errado. Só nós, os doze (hoje em dia, os católicos), estamos certos, porque somos hierarquizados. Jesus imediatamente o advertiu, dizendo: Não o proibais. Na cabeça daqueles discípulos havia essa idéia de hierarquização, que não demoraram muito, eles entenderam que era um equívoco. Outro achado do mesmo site: Como eles podem defender "só a bíblia" se essa afirmação não consta na Bíblia? Não consta? Por que será que Paulo adverte os crentes de Corinto a não ir além do que ESTÁ ESCRITO? E João, em Apocalipse, no último capítulo faz severas advertências para que nada seja acrescentado ou retirado do texto?
Quanto à ordenação, ia me esquecendo. Se somente a igreja católica pode ordenar sacerdotes e ministros. Como ficaria Paulo, que foi comissionado apóstolo, pregador e mestre (II Timóteo 1:11) sem necessitar da aprovação de homem algum? Sua autoridade apostólica não deveria ser reconhecida pela Igreja Católica, visto que ele não foi submetido aos votos perpétuos. Ah, mas Paulo não foi Bispo de Roma. Logo sua sucessão torna-se desnecessária, não é? Mas afinal quem a Bíblia diz que fundou a igreja de Roma?
enviada por Neto.Shalom
01/06/2007 12:58
Bem que avisei...
Sabia que o caos se instalaria. O Brasil, que infelizmente ainda é a maior nação católica do mundo, embora esse número caia vertiginosamente ano a ano, não passaria em branco nos planos do Vaticano. Esta semana na televisão, mais precisamente no Jornal do SBT, foi exibida uma reportagem que mostrava uma mulher que depois de NOVE ANOS, REPITO, NOVE ANOS, como evangélica (segundo ela e a reportagem, que não identifica de qual igreja ela fazia parte), resolveu voltar para a igreja católica.
Já era de se esperar. Com todo esse clima de idolatria desenvolvido com a presença de Bento XVI + a canonização de Frei Galvão, era perfeitamente normal que muitas mentes se vissem perturbadas. O mais preocupante, é que muitos líderes dirão que pessoas assim nunca tiveram um encontro verdeiro com Jesus. Será essa uma posição razoável?
Muitas dessas pessoas que deixam o cristianismo verdadeiro e retornam à idolatria e a mariolatria estiveram envolvidas com o mundo evangélico. Mas será que foram discipuladas corretamente? Na maioria das igrejas isso é completamente ignorado. As pessoas a ceitam Jesus e logo em seguida são0 jogadas de lado. Não conhecem a verdade da Palavra de Deus. Não sabem sequer a diferença entre os 10 mandamentos da Bíblia original para a versão deturpada católica. São crentes ocos de palavra e vazios de conteúdo. Qualquer conversa mole de um sacerdote católico pode trazer confusão para essas cabeças. E não será delas a totalidade da culpa.
O Vaticano não quer perder a boquinha tupiniquim. Muitos estranharam o comportamente de um determinado bispo que criticou o comportamento do Presidente Lula, ao dizer que ele não era católico, e sim, caótico. Sabem por que isso acontece? Lula não é mais bem visto pela igreja católica como antes, simplesmente porque se aproximou dos evangélicos. Seu vice é evangélico.
Graças a Deus que as estatísticas sérias mostram que mesmo assim, em pouco tempo a população brasileira terá uma percela cada vez maior de crentes em Cristo Jesus, e não em galvões ou marias...
Precisamos abrir os olhos contra as investidas vorazes da igreja católica sobre o rebanho de Cristo.
Suas armas serã as mesmas usadas pelos evangélicos e que sempre funcionaram: louvores, cultos dinâmicos e evangelismo direto.
Vigia igreja do Senhor !!!
enviada por Neto.Shalom
31/05/2007 11:48
Kaká, uma boa aposta
Recentemente a equipe de futebol italiana Milan foi campeã do badaladíssimo torneio da Copa dos Campeões de Europa. A famosa Champions League. Seu maior destaque, sendo inclusive o artilheiro da competição foi o brasileiro Kaká, meia da seleção brasileira. Com esta vitória e mais as brilhantes e decisivas atuações do jogador, é bem provável que ele seja indicado e quem sabe até eleito o melhor do mundo em 2007, premiado pela FIFA, assim como um dia foram Romário, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.
É de domínio público a orientação cristã do jogador. E é isso que pode ser positivo no mundo que o cerca, o observa e gosta de imitá-lo, especialmente os adolescentes que gostam de futebol. Todos se lembram da Copa do Mundo de 2002, quando o fenômeno (Ronaldo) cortou o cabelo igual ao do personagem de histórias em quadrinhos Cascão. No outro dia centenas de crianças no Brasil e no mundo fizeram a mesma coisa. Com Kaká no auge, algo pode ser explorado de concreto.
Ao final do Jogo contra o Liverpool, há uma foto do jogador que roda o mundo, falando em Jesus Cristo. Ponto pra ele. Há inúmeras celebridades que não se sentem à vontade declarando sua fé. Além disso, até o momento, o jovem se comporta como um responsável pai d família, que preserva e presa o casamento. Sabemos que outros ídolos recentes do futebol simplesmente ignoram essa instituição, casando e descasando ao seu bel prazer, prestando um deserviço à sociedade que, negativamente, se espelha neles. Mais um ponto para a estrela do Milan.
Além de tudo, até o momento seu comportamento profissional é irreprensível, por isso é disputado pelas maiores equipes do planeta. O Real Madri ofereceu ao Milan 60 milhões de euros para ter o craque em seu time na próxima temporada.
Por essas e outras Kaká parece ser uma boa aposta, em uma país que respira futebol e gosta se se espelhar em seus "ídolos". Sabemos que ninguém é digno de imitação além do nosso Senhor e Salvador, por isso crentes não tem "ídolos". Mas não dá para fechar os olhos à realidade de que o poder de influência da mídia, principalmente em relação a atletas e artistas, é muito grande.
Louvado seja o nome do Senhor.
Que Deus abençoe Kaká.
enviada por Neto.Shalom
21/05/2007 14:46
As finanças da igreja
De repente ascendeu um movimento contra os pastores que pedem dinheiro no púlpito, vendem sua imagem e cobram cachês altíssimos para pregarem a Palavra de Deus. São os "malaquianos", "mercenários", etc. Alguns vão ainda mais longe e dizem que o dízimo não pertence à igreja neotestamentária. A grande questão é: afinal de contas, qual deveria ser a relação da igeja com o dinheiro? e outra: se o crente quer contribuir, o que o impede? Será que se os mercenários da palavra não tivessem público cativo para adquirir seu produto ainda existiriam? Parece que a igreja também tem culpa nos desmandos que tem acontecido, não é mesmo?
O que vc tem a dizer sobre isso?
enviada por Neto.Shalom
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